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Rosa Affair

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O fim da linha #2

As minhas aulas de Zumba terminaram. Não por decisão minha, mas porque vão ser substituídas por aulas de Kizomba. Pois, parece que está na moda (deve ser para o engate)! Bem, adiante...
Ficou uma nostalgia, já as fazia há anos... Só parei por um pouco aos 6 meses e meio de gravidez e assim que me senti bem após o parto, retomei-as.
O facto de terem terminado, fez-me recordar o início, quando a aula era ainda desconhecida para mim. Primeiro comecei por ficar lá atrás, bem envergonhada, com a sala atolada de gente, a tentar perceber os passos da instrutora por entre tanta mulher que já sabia os passos todos de cor e salteado. Alguns meses depois, mas ainda envergonhada, lá consegui começar a segui-las. Fazia-me tão bem sair do trabalho com o stress a mil e mandá-los todos ir passear em forma de Zumba. Esquecia tudo, saia de lá novinha em folha, pronta para mais oito horinhas de stress, se assim fosse preciso. 
Mais tarde, comecei a perder a vergonha, a descontrair, comecei a aprender os passos e alguns (dois) termos técnicos. Querem ver: Chasé ? Mambo ? Aquela coisa de abanar as maminhas ? colocar os braços tipo os egípcios ? simular palmadinhas no rabo ? Zuca zuca (tipo fazer o amor) ??! fazer aqueles saltinhos muito rápidos para abanar o rabinho (no meu caso rabinho e as banhas)? Viram como aprendi os termos técnicos todos rapidamente!! Se não perceberam, fica a ideia...
Bem, o que é certo é que gostava muito. Ainda me lembro da sala tão cheia que me irritava facilmente com as senhoras, que sem qualquer preocupação, invadiam o meu pequeno espaço, pareciam elas que estavam na palhaçada sem concentração alguma. Só me apetecia fazer um movimento tipo estalo e acertar-lhes em cheio.
Nesta fase a minha concentração estava no máximo. Gostava de fazer a aula toda direitinha sem enganos e quando não conseguia fazer um passo, decorava-o mentalmente e treinava-o em casa. Depois aquela mulherada começou a desaparecer, éramos menos e acabamos por ser duas ou três. Realmente fazer a aula com tão pouca gente não é a mesma coisa. A concentração desaparece, já é tudo a abandalhar, já não há interesse. Parece que não há com quem competir, que nunca há ninguém pior que nós!
Com isto tudo parece que eu dançava bem. Não, estão errados. Apesar de gostar, eu não dançava bem, apenas os seguia. A imagem da direita diz tudo.

No entanto, fica a saudade, a nostalgia e ficam as parvoeiras que dançávamos.

Aqui ficam duas bem antigas para não esquecer. Esta parece que estamos a ligar o motor de rega. E lembram-se de eu ter dito "fazer aqueles saltinhos muito rápidos para abanar o rabinho (no meu caso rabinho e as banhas)", esta tem!


E esta, todos a conhecem, com Zumba ou sem Zumba todos a dançavam!


Zumba he Zumba ha. Até breve...

As crónicas da B. #2

Cada dia uma nova descoberta, uma novidade. A B. já bate as palminhas... Talvez porque muitas vezes quando ela faz uma coisa bem nós dizemos "Palminhas". Também porque aqui me chamaram à atenção que eu devia incentivá-la e mostrar-lhe como se faz. Apesar de eu não concordar e achar que deve ser uma coisa natural e que cada bebé tem o seu ritmo para aprender, acabei por ceder e muitas vezes dei por mim a dizer-lhe para bater as palminhas. Aprendeu e pronto. A partir de agora acabam os incentivos propositados. Mas estamos felizes e acabamos por estar sempre a dizer-lhe para bater as palminhas, para nos babarmos a olhar para ela.

B. a bater as palminhas

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