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Rosa Affair

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Vamos falar de cabelos

Eu tinha um cabelo da treta. Quer dizer, ainda tenho, mas já não se nota tanto. Um dia decidi, isto não pode continuar assim. E foi aí que fiz um alisamento. Com o alisamento comprei um champô, um amaciador e uma mascara adequados a cabelos com alisamento. E o meu cabelo começou a ter vida. Passaram-se meses, o alisamento desapareceu, mas o meu cabelo não voltou a ser o mesmo (exceto no pós-parto). E percebi que afinal o produto que usamos no cabelo é muito importante para teres um cabelo hidratado.

 

Entretanto nasceu a minha filha e a miúda nasceu com uma cabeleira que mais parecia o topo de um Pinus pinea.

 

Esta miúda tem muito cabelo. Muito e encaracolado. Nada a ver com o meu. Desde então ando numa espécie de pesquisa para saber que champô lhe devo de usar. Assim que ela começou a ter cabelo pelos ombros, comecei a usar-lhe um champô da Mustela. Apesar de ter gostado decidi experimentar outro. Vi no blog Pedaços de Nós que falavam num do Boticário e experimentei. O Boti Baby. Ambos os champôs não ardem nos olhos. Mesmo assim ainda não estava satisfeita com o resultado e lembrei-me de pesquisar champô para crianças da marca do meu. E encontrei! A linha Real Natura Cachinhos (champô + amaciador + humificador). Comprei e quando chegou é que me apercebi que é para crianças com mais de 3 anos. No entanto experimentei. E a diferença é muita. Os caracóis estão super definidos e nota-se quando lhe tiro o elástico, o cabelo volta mais facilmente aos caracóis. No entanto, e como a miúda ainda não tem três anos e o champô arde nos olhos, não o uso com muita frequência. Tenho usado o do boticário e quando vejo que o cabelo está esquisito, lá o lavo uma vez com o Real Natura com muito cuidado para não lhe colocar o champô nos olhos.   

 

A linha de que falo é esta, adequado a crianças com o cabelo encaracolado. Comprei online.

 

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1% das vendas reverte para a Ajuda de Berço.

 

O abismo começa do nada

Todas nós sabemos, a cabeça das mulheres, ou da maior parte delas, não para. Eu não sou exceção. Desligar não é fácil, já o disse várias vezes e invejo a cabeça dos homens por isso. Fico a remoer nas coisas e por vezes parar é difícil. Tenho trinta e poucos anos e sempre me consegui controlar. Sempre murmurava para mim própria quando alguém chegava ao pé de mim e me dizia que precisava de ajuda porque a cabeça não dava para mais. A minha não, sempre deu.

Tenho vivido tempos complicados de muito stress (nota-se aqui no blog) e sexta foi o ponto de rutura. Comi qualquer coisa que me fez mal ao almoço e à tarde já não conseguia mais. Tomei um ben-u-ron porque estava toda partida e maldisposta e a juntar a isso o stress apoderou-se de tal forma da minha cabeça, que estava a olhar para o computador e já não via mais nada. Não conseguia mais. Decidi que o melhor era sair mais cedo e vir para casa descansar. E vim, mas a cabeça não! Ficou lá, a remoer tudinho e eu não conseguia descansar. Pus música porque já tinha experimentado ver tv e não tinha ajudado. Mesmo com música, os meus neurónios não pararam e juro que fechava os olhos e via tudo a passar de um neurónio para outro e quando chegava à extremidade dum, entrava em curto-circuito. E disse aquilo que sempre castiguei os outros dizerem. Preciso de ajuda. E precisei. Tive que ir comprar e tomar um calmante. Não sei se ajudou ou não. Não sei se foi psicológico ou não. Mesmo assim não passei muito bem a noite, mas ontem estava melhor e hoje já estou bem. Estou calma. Olho para sexta e percebo que estava a entrar por caminhos complicados. Agora é bola para a frente e não repetir.

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