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Rosa Affair

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Incidente diplomático?

Não. Nós, portugueses somos mais virados para o lado humorístico da situação. Pelo menos eu sou! e analisando a reação do nosso presidente, não me pareceu que ele ficasse minimamente afetado com a situação. Honestamente não me consigo parar de rir quando vejo a cara do humorista após a entrevista. Amigo, a tua profissão como repórter está arruinada. Podes continuar na comédia ☺Super...

 

Querido, mudei-a de cama…

Decidi mudar a minha filha de cama. Para uma cama sem grades. Achei que estava na hora e que a miúda estava crescida o suficiente para dar esse passo. Que ideia a minha!

 

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Primeiro, a miúda ainda cabia na caminha de grades. Segundo, a miúda nunca decidiu pular as grades. Terceiro, nunca pediu para dormir numa cama normal. Quarto, dormia a noite toda. Quinto, acordava sempre depois de mim.

 

Melhor que isto? Não há… E perguntam vocês, então porque decidiste mudá-la?

 

Porque sou mãe. E mãe que é mãe tem que aprender que quando se está bem, não se muda (salvo raras exceções ou a não ser que eles peçam). É como quando vamos dar um passeio e o puto está sossegado no carrinho e só porque sim a mãe decide deixá-lo sair. E em vez de disfrutar do passeio acaba por passar o tempo todo a correr atrás dele.

 

Mas, a mãe também tem qualidades e ainda por cima é de ideias fixas. E se tomou esta decisão agora já não há volta a dar. A miúda adaptou-se bem à cama, mas só na parte em que adormece bem. De resto as minhas noites estão assim vá, miseráveis.

 

De há dois meses para cá que acordo pelo menos duas vezes por noite. Uma com ela a chamar por mim, outra com ela já na minha cama a pedir para ir para a sala. A primeira vez acorda e pede leite a segunda levanta-se sozinha e já não quer dormir mais e ainda falta uma hora para o despertador tocar. Depois destapa-se e mexe-se tanto que é capaz de acordar de cabeça para baixo.

 

Voltei aos tempos de recém-nascida. Ando em estado zombie, mas a miúda não há de ser mais teimosa que eu!

Imagem Pinterest

Receita sem papel

Hoje recebi a minha primeira receita sem papel, sem estar à espera. Nem sequer sabia que o existia! Mas desde já estou profundamente agradada com o facto de poder ir buscar os medicamentos à farmácia apenas com um sms e o cartão de cidadão.

 

Existem dois aspetos que também me agradam:

- A mesma receita pode ser aviada em várias farmácias.

- Os doentes crónicos passam a poder levantar medicamentos diretamente na farmácia, sem terem de passar antes pelo centro de saúde.

 

Todas as informações aqui e aqui e um video a explicar como se processa:

 

Ser mãe é voltar a ser criança

Sem dúvida que ser mãe é magico e um pouco dessa magia acontece porque voltamos a fazer muito do que deixámos de fazer em adultos. Eis as 7 coisas que faço frequentemente e que me fazem recordar a minha infância.

 

Cócegas: Há muitas cócegas, nos pés, nos braços, na barriga e nas pernas. Seja na troca da fralda, a brincar, ao deitar, eles deliram, riem-se muito e nós também. E tentam fazer-nos o mesmo e nós fingimos que eles conseguem e voltamos a rir-nos imenso. É uma descontração mesmo boa.

 

Saltar em cima da cama: Eu sou mãe que salta em cima da cama com a filha. Desde que seja com cuidado não dou importância ao saltar na cama. Ela pula e eu simulo que pulo só para ela ficar feliz. Andamos à roda em conjunto, cantamos e caímos as duas ao mesmo tempo. E quando isto se traduz nas cócegas, é uma felicidade imensa. É mesmo voltar à infância.

 

Pular nos passeios: Os filhos gostam de imitar os pais e pedem-nos também para os imitar a eles. Gostam de escadas e tudo o que serve para subir e descer. Quando andamos a passear voltamos ao subir e ao descer do lancil do passeio. A pular do passeio para a estrada. A contar um dois três para saltarmos, subirmos e descermos ao mesmo tempo. E rimo-nos muito novamente.

 

Músicas infantis: O nosso reportório de músicas infantis aumenta a 200%. Voltamos a cantar e muito e tem dias que até se torna irritante pois não conseguimos arrancar aquela música da nossa cabeça. Mesmo nos dias que nos esquecemos delas, basta ouvirmos uma expressão contida numa dessas músicas e lá começamos nós a cantá-la mentalmente. A expressão “Vou apanhar ar” tem dado cabo da minha cabeça ultimamente.

 

Desenhar: Desenhar passa a ser uma atividade quase diária. Nem que seja um sol, uma flor, um coração, uma casa, uma árvore, um menino, uma bola, o panda. Chegamos a uma fase que parece que reaprendemos a desenhar e que já conseguimos dar um toque 3D aquela flor que inicialmente era apenas um rabisco. Mais uns anos e estamos aptos a desenhar um jardim e a fazer dele um quadro lá para casa.  

 

Brincar: Não dá para evitar, é brinquedos por todo o lado. Não há dia que não brincar seja alternativa. Brincamos muito. Começamos pelos brinquedos mais básicos, passamos pelos legos, livros e puzzles até ao dia em que nos apanham a jogar à bola, a comprar uma bicicleta de adulto para andarmos com aquela que ofereceram aos nossos filhos, a jogar às cartas, ao uno, a aprender a jogar ao monopólio, à batalha naval, ao pictionary, ao trivial pursuit e mais tarde aos jogos de consola e no computador. Nunca mais vamos deixar de brincar até eles serem adultos.

 

Andar de mão dada: Voltamos ao tempo em que andamos de mão dada. Seja porque eles pedem para se sentir mais seguros, seja porque nós queremos agarrá-los para os colocar em segurança.

 

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Imagem Pinterest

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