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Rosa Affair

Rosa Affair

It's a baby ...

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Tudo começou de uma forma diferente do que estava habituada. A primeira ecografia revelou que estava perante uma gravidez diferente da primeira. Sendo que já não é a primeira vez que ando nestas andanças, assim que aparece a imagem da ecografia no monitor, o meu coração disparou. Vi duas "bolas brancas" ao qual associei imediatamente dois sacos amnióticos… Estava sozinha, tinha dito ao meu marido que não era preciso ir (qual era a necessidade?), afinal era só para confirmar o resultado do teste de gravidez e dar inicio à papelada

Perguntei à doutora – são gémeos? Ao qual ela me respondeu – seja o que for, vou ser honesta, não consigo identificar nenhum coraçãozito a bater. Terá que voltar para a semana para nova eco e ver o que vamos fazer – Não lhe quero dar muitas esperanças. Raio! reagi eu.

 

E foi assim que começou, torto.  

 

Passei uma semana com uma sensação esquisita, até que voltei e desta vez levei o marido, não fosse ter mais surpresas. Nova eco e a cara da doutora desta vez era diferente – afinal sempre há um coraçãozito a bater. Mas é isso, um, o outro nem por isso. E tive que passar mais um mês de ansiedade até chegarmos à conclusão que um dos bebés estava a desenvolver-se normalmente e o outro não se desenvolveu mais. Daí a minha ausência por aqui acerca do assunto gravidez.

 

Só nesta última ecografia, em que soube o sexo do bebé, é que descansei e me descansaram. Finalmente ouvi – está tudo a correr de forma normal. O bebé está bem e recomenda-se. Estou a meio da gravidez, o segundo saco já foi completamente absorvido, sendo que já não há vestígios dele. O outro bebé mexe-se como ninguém. Eu continuo a mesma grávida enjoada de sempre . O meu estômago é que manda na minha vida e acaba por ser ele a tomar várias decisões por mim.

 

Agora a parte interessante. Eu sei, fui má e fiz-vos ler esta treta toda, apenas para anunciar que vamos continuar a ser rosa – é uma menina. Nem um toquezinho de azul neste blog em 2017.

 

Se calhar vamos passar a ser Rosa - Choque - Affair

 

Who knows?

 

Imagem daqui

 

 

 

 

Eu sou das que têm frio...

Eu sou das que têm frio. Nasci no inverno, apenas com uma lareira para me aquecer e talvez tenha sido isso que me fez uma das pessoas mais friorentas que conheço. Isto faz-me achar que todos são como eu, deixando-me a fazer observações estranhas, coisas que me intrigam e que se calhar para o comum das pessoas são coisas normais.

No inverno, faz-me confusão entrar em casa e ter uma diferença de temperatura muito elevada. Começo a hiperventilar quando sinto o calor dos radiadores no meu nariz. Gosto de estar aconchegada e quentinha, mas para isso preciso de roupa. Uma blusita não é suficiente para me sentir bem. Um lençol não é suficiente para eu dormir. Um sofá sem uma mantinha não é suficiente para estar aconchegada no inverno a ver televisão…

menina com frio.jpg

Vejo-me então numa influência pouco positiva para a minha filha em questões de temperatura e elaborei uma frase que é a sina deste tipo de mães:

 

Mãe friorenta, filha friorenta terás.

 

E ainda bem que as pessoas não são todas iguais. Existem aquelas que para mim são precisamente o meu oposto - as mães quentes. Seja inverno seja verão, uma blusinha por cima da pele é o suficiente. Basta um raio de sol e os miúdos já andam na rua com meias de meia perna e roupa de manga curta. Devem ter a casa regulada à temperatura dum clima tropical para conseguirem andar como se estivessem todo o ano em pleno verão. E eu, que mesmo numa manhã de sol, basta uma brisa fresquinha para me fazer arrepiar! E eu que apanhei uma pneumonia porque num dia em pleno inverno, o ar condicionado do escritório estava congelado e demorou umas quatro horas a aquecer o ambiente! E eu que já tive a miúda internada com uma bronquiolite e sabe-se lá quantas vezes já andou constipada ao ponto de ter que fazer máscaras regularmente. Já percebi que ser assim - mãe friorenta - não me livra destes males e talvez só os acentue.

 

Mas eu não consigo, a vida levou-me a ser uma mãe friorenta e sê-lo-ei para todo o sempre, nem que tenha que acordar todos os dias uma vez por noite para ver se a miúda não se destapou. Mas admiro-vos a vós, mães quentes deste país, que me irão dizer que são exatamente o meu oposto e que nunca vocês ou os vossos filhos tiveram uma pequena constipação por andarem um pouco mais descapotáveis do que a temperatura recomenda.

Imagem daqui

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