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Rosa Affair

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Já não sei escrever!

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Eu sou muito virada para as tecnologias. Trabalho nelas, com elas e para elas. E cada vez que tenho que escrever em papel de forma séria começo a aborrecer-me. Já não tenho jeito, começo a comer as letras das palavras e após uma frase, já não há letra que se perceba. Juro que me fica a doer o braço. É triste dizer isto:

Eu já não sei escrever à mão!

Já não tenho calo, o braço já não está treinado e aborrece-me. A verdade é que perdi a paciência, perdi a habilidade e perdi a minha letra linda que me acompanhou durante uma vida inteira de estudos.

 

Mas, apesar de tudo o que disse, eu tenho um caderno de apontamentos. Diariamente escrevo nele, mas utilizo-o apenas para apontar um recado, uma lista, um número, para 'riscanhar' quando estou a pensar, para fazer um esquema, para explicar em desenho, mas nada que tenha que ser percetível a terceiros.

 

Depois vêm os formulários. Que flagelo. Cada vez que tenho que escrever a minha morada começo a 'panicar'. As vezes penso que quem os cria não deve dever muito à inteligência. Hoje ao preencher os formulários para inscrever as miúdas na escola, escrevi 10 vezes a mesma morada, 10 vezes o mesmo nome e 8 vezes o mesmo número de telemóvel. Ia a meio e já olhava para baixo para ver quantas mais vezes teria de escrever a morada. Quando acabei, olhei para o formulário e reparei que as letras de cima estão bonitas e percetíveis, ao meio as palavras estão meias escritas e em baixo mais parece letra de médico. Nunca consigo reproduzir a minha assinatura do cartão de cidadão simplesmente porque a assinatura é a última coisa a escrever e nessa altura já estou a escrever com 'fonte' de médico.

 

E eu, preocupada que sou com tudo e com todos, estou aqui a fazer serviço público e a pedir para os senhores que criam formulários tenham atenção à redundância. Melhor! peçam para preencher formulários online. Acaba-se o desperdício de papel, não há forma de não perceberem uma palavra, não há enganos a passar o formulário para a aplicação informática e somos todos mais felizes.

 

Obrigada!

Imagem daqui

Livros para meninas de 3 anos

Aqui ficam duas sugestões de livros que a minha pequena adora. Encontrei-os em promoção no continente e têm textos simples, compreensíveis, muito engraçados e coloridos para a idade dos 3 anos. O livro da Paulette tem tantos detalhes nos desenhos e é tão colorida (cor-de-rosa!) que já foi desfolhado mais de mil vezes. São da mesma editora do livro Até as Princesas fazem cocó!

 

Paulette e o mundo cor-de-rosa

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Carlota a fada dos chupa-chupas

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Involuntariamente comecei a aconchegar a minha bebé

reflexo_moro.jpgA minha bebé gosta de colo. Gosta de adormecer ao colo, gosta de estar ao colo e gosta de colo em geral. E desde recém-nascida que sempre que a pousava na cama ou onde fosse, após adormecer, ela tinha sempre a mesma reação: abria os braços para o lado com as mãos abertas, voltava a juntá-los, fechava as mãos e ACORDAVA! Isto é chamado o Reflexo de Moro e é um dos reflexos que os pediatras verificam antes de sairmos da maternidade.

 

Bom, o que é certo é que assim não estava a resultar. Não conseguia colocá-la a dormir na cama. Foi então que comecei a embrulhá-la num paninho antes de a deitar. Tinha uma mantinha fresca que era da minha primeira filha e comecei a embrulhá-la nela tipo casulo. Eu já conhecia a técnica do swaddle (aconchegar), mas nunca a tinha posto em prática e o que comecei a fazer foi mais por instinto. Resultou. Agora com quase três meses ainda a embrulho no pano. Não devido ao reflexo pois esse já quase não existe, mas porque noto que quando ela acorda, sente-se mais aconchegada e consegue voltar a adormecer, não acordando com tanta facilidade.

 

Inicialmente fiz o casulo com uma mantinha fresca, mas com o passar do tempo, ela cresceu e o tempo começou a ficar mais quente e tive necessidade de adquirir uma maior e ainda mais fresca. Na realidade tive sorte pois ofereceram-me uma bububox que trazia uma mantinha enorme feita de um paninho fresco, tipo das fraldas, 100 % algodão. E enquanto escrevo isto, ela lá está, deitadinha no seu casulo.

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A técnica do swaddle não é muito difícil de aplicar, ajuda a acalmar os bebés, transmite a sensação de aconchego da barriga da mãe e ajuda no alívio das cólicas. Aqui fica uma imagem e o vídeo explicativo:

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Imagem daqui

 

 

Imagem Reflexo de Moro daqui

DIY - Os números e o relógio

A minha B tem uma fixação por números. Começou por perceber que os números da box da televisão estavam sempre a mudar, depois viu que os do tablet também mudavam e mais tarde os do meu telemóvel e do relógio despertador da mesinha de cabeceira.

E eu já tava cansada da a ouvir perguntar qual era o número que vinha a seguir.

Foi então que tive a ideia de fazer um relógio com a base que vinha no bolo de aniversário dela. Mas não queria um relógio qualquer. Queria um relógio com todos os minutos. Foi aí que fui procurar materiais para o fazer.

 

 Materiais:

- Uma base de esferovite de 2 cm de altura e diâmetro 27.5 cm (utilizei a dum bolo de aniversário)

- Papel de embrulho para forrar a base

- Fita de tecido para forrar em volta da base

- Tecido para forrar os ponteiros

- Números

- Apliques

- Cola para tecido

- Esferovite 0.5 cm de altura para os ponteiros

- Tachas

- X-ato

 

Procedimento:

Primeiro, forrei a base de esferovite em cima com papel de embrulho e em baixo com tecido. Na lateral forrei-a com uma fita de tecido cor-de-rosa. Para forrar, usei cola branca Pica-Pau própria para tecido e cartão. No fim de secar não se nota nada.

Depois comecei por espalhar os números pequenos do 0 ao 59. Estes números são autocolantes, o que dá muito jeito pois antes dos colar definitivamente com cola branca, tive que colocá-los um a um na posição correta. Assim que consegui colocá-los todos, comecei a colar com cola branca a partir do 0 ao 59. Se os deixasse apenas com a cola do autocolante eles não iam durar muito tempo no relógio.

O passo três foi colar os números de feltro do 1 ao 12.

De seguida em cada um dos números de feltro, coloquei uns brilhantes em tons de roxo e rosa.

O passo 5 foi fazer os ponteiros. Fiz um molde em papel e passei-o para a esferovite de 0.5 cm. Recortei com um x-ato e forrei-os com tecido e cola branca. Aqui é necessário ter cuidado pois tem que se verificar o tamanho da tacha que vai furar os ponteiros.

De seguida com a tacha coloquei os ponteiros. Comprei tachas muito pequenas que não furaram por completo a esferovite. Tenham em atenção o tamanho da tacha. Ainda tenho que ir resolver esse problema pois os ponteiros estão sempre a sair.

No final decorei com estrelinhas e letras.

 

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Apliques estrelas e letras

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Papel de Embrulho

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Cola para pano, tecido dos ponteiros e tachas

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Números e Brilhos (sinalizadores das horas)

 

Ainda tenho que fazer um improvement ao relógio. Colar as horas do 13 ao 24 porque a miúda ainda não consegue perceber onde há-de colocar o ponteiro das horas a partir das 13 horas...

Todos estes materiais foram comprados numa papelaria local.

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