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Rosa Affair

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A primeira vez

A primeira vez foi ontem. A mais velha teve uma festinha na escola e pela primeira vez, foi para o palco cantar. Juro que fiquei emocionada. Sou uma mãe muito orgulhosa dos meus filhos e mesmo sabendo que ela pouco fez da coreografia, fiquei emocionada. Quem diria? Eu não diria que me ia emocionar com uma coisa destas. Mas aconteceu. #proudmamaproudmama_.jpg

 

Mistura de imagens do Google.

Se se sentirem enganados ou eu estiver a a praticar uma contra-ordenação muito grave por estar a usar estas imagens, sintam-se à vontade de me comunicar.

Não quer, não insisto

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A B. anda na piscina desde os dois anos. O inicio não foi maravilhoso, mas como ia com o pai ou com a mãe, a coisa foi-se desenrolando e ela até começou a gostar. Este ano, a piscina iniciou-se em Setembro, mês de grandes mudanças na vida da pequena. Para além de ter mudado de escola, educadora e coleguinhas, também na piscina teve de começar a ir sozinha, sem o pai ou a mãe. E todos os dias de manhã ela me perguntava "que dia é hoje?". Quando respondia que era sábado, então começava a choradeira. "Não quero ir à piscina" – dizia. E isto repetiu-se durante todo o mês. E eu insisti e foi. E todos os dias saía de lá com a sensação que aquilo não lhe estava a fazer bem. Sempre a chorar, muito nervosa e a tremer. Detesto vê-la assim, nota-se perfeitamente que está infeliz.

 

Decidi então que se não quer ir, não vai e não insisto mais. É claro que se eu a deixasse chorar por mais dois meses, podia ser que a coisa se resolvesse. Mas comigo não é assim. Ou quer, ou não quer. Não tenho necessidade que ela aprenda a nadar com urgência. Não tenho piscina e não vivo ao pé da praia. Além disso não era só a piscina. Durante a semana era (e ainda continua a ser) um problema para ir para a escolinha nova. Sendo que apenas ao domingo não chorava.

 

Visto que não é possível na minha cidade ir com ela para dentro da piscina após os três anos, vamos então pausar um pouco as idas à piscina e um dia, no dia em que a escola já não seja problema e no dia em que ela tomar a iniciativa, faremos então uma nova tentativa.

 

Imagem daqui

Alguém consegue enfiar Rosilan no bucho dos putos?

A minha pequena teve uma bronquiolite há um ano atrás e a partir daí, sempre que "sei lá!", sempre que "sim", começa com uma tosse desgraçada que não para de tossir. A única forma de a aliviar é fazer a máscara com ventilan e também fazer banhos de vapor. Mas, no entanto, a pediatra disse-me que quando ela estivesse mesmo muito atacada para lhe dar Rosilan.

 

Aqui a questão é: quem é que consegue dar Rosilan a uma criança? Já tentei de tudo e não há forma de ela tomar aquilo. Já não me basta ela ser picuinhas no que come, quem nem sumo de laranja gosta, imaginem eu juntar Rosilan à comida/bebida que ela gosta. Recusa-se prontamente a comer/beber seja o que for, nem que seja a sua comida preferida.

 

Nem com Aero-om, nem com laranja, nem com nada. Raio de medicamento.  

Às vezes as coisas são tão simples

Já vos tinha contado que andava a tentar tirar a fralda à B. Mas, tive que mudar de estratégia. Um dia decidi ir com ela às compras, ir à secção dos bacios e pedir-lhe para ela escolher um. E assim o fez. Escolheu um bacio de 2,5€, trouxe-o com ela no carro e pousou-o onde quis em casa. A melhor decisão que poderia ter tomado. A partir dali ela começou a interessar-se pelo bacio que ela própria escolheu e a perceber o que é o xixi e o cocó. Já pede para fazer. Apesar de ainda não ter largado a fralda, em casa já a consigo colocá-la de cuequinhas.

Então o bacio xpto? – perguntam vocês? Esse está a enfeitar a casa de banho. Muito raramente a consigo enganar para ela ir a esse bacio.  

Às vezes as coisas são tão simples.

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O quadro de conquistas que vem com a Pipa no livro Até as princesas fazem cocó. Ela delira com os autocolantes e sempre que é vencedora no bacio tem direito a colar um.

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