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Rosa Affair

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Meu querido mês de Agosto, mas porque és tão ventoso?

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Novamente este ano, onde está aquele Agosto de calor infernal que não nos deixa dormir de noite? Que nos leva a fazer um passeio agradável após o jantar e a beber um café numa esplanada à beira mar? Aquele Agosto que nos atira de pés e cabeça para um gelado de três bolas, com dois toppings e cinco variedades de bolachas com um toque de amêndoa por cima? Aquele Agosto que apela a um banho de mar noturno?

 

Na praia são chapéus-de-sol a voar, tendas a vergar, areia a entrar pelos olhos e a espetar-se nas nossas costas, água fria a criar um bloco de gelo nos nossos pés, crianças com o queixo a tremer, toalhas a escaparem-nos e pessoas a correr atrás dos chapéus dos filhos. Não se vê uma única pessoa com um escaldão - #sóquenão - e na praia há espaço para por o chapéu ao pé do mar à hora de ponta.

 

Já não há praia quentinha sem ser Algarve. És um mês que não se pode confiar.

 

No café da marginal não há gelados esgotados, há lugar para nos sentarmos na esplanada à sombra, o café vem quentinho acabadinho de tirar e a bandeja apenas traz os cafés de uma mesa.

À noite de casaco vestido e cobertor nos carrinhos de bebé, vêm-se pessoas de calças a beber café em recintos fechados. As esplanadas estão vazias. Não há música ao vivo na rua e os senhores estátua estão desaparecidos. As babes não andam descapotáveis e não se ouvem piropos. Selfies nem vê-las. Borracheiros ainda se vêm por aqui e por ali e são os que animam a rua. Não há vendedores ambulantes nem o “qué flô”. Os tererés, quadros e pinturas ou retratos ao vivo já não fazem parte deste meu Agosto de férias…

 

Apenas os corajosos resistem e fazem uma caminhada bem pequena porque este tempo enfadonho não dá para mais.

 

Agosto estás um mês aborrecido, já não se pode contar contigo!

Perdi-me na Lousã

Fui fazer um percurso a pé à Serra da Lousã e era tão simples quanto o que está na imagem abaixo. Levámos tudo o que nos é permitido em termos de tecnologia. Até uma aplicação que em tempo real nos dizia onde estávamos no percurso. O que é certo é que nós estávamos tão convictos que estávamos no caminho certo, que até achámos que a aplicação e o gps, que nos estávam a alertar que estávamos fora da rota, não deveriam estar a funcionar bem. Não sei muito bem onde fomos buscar essas convicções, uma vez que supostamente deveríamos estar a subir até uma altura máxima de 574m e nós só estamos a descer. Deixámo-nos levar pelo som do rio, em vez de repararmos que tínhamos um total de subidas de 420m. E continuámos o nosso caminho até chegarmos à conclusão que já tínhamos andado o suficiente para chegar ao Talasnal, aldeia onde tínhamos marcado restaurante!

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Tivemos que voltar para trás, já não tínhamos tempo de chegar ao restaurante à hora marcada se tivéssemos que fazer o percurso novamente a pé desde o ponto onde nos enganámos. Passámos o rio de um lado ao outro por cima de pedras uma dezena de vezes num novo percurso. Divertidíssimo pensar quem seria o primeiro a cair no rio. Infelizmente nenhum de nós caiu e chegámos finalmente ao nosso ponto de partida, o castelo. Agarrámos no carro e fizemos 19km até ao Talasnal, que a pé se traduziam nuns meros 2 km se tivéssemos feito o percurso como deve de ser. Os homens apanharam uma bezana ao almoço. Na hora de pagar, não tínhamos dinheiro e só nesse momento reparei que tinha trocado de mala e a carteira com o dinheiro tinha ficado em casa! Não havia multibanco. Os homens, graças à bezana, lá conseguiram arranjar forma de explicar à dona do restaurante que não tínhamos dinheiro e ela deixou pagar por transferência bancária. Obrigada internet, obrigada por existires!

 

Depois, sem nos darmos por vencidos, deixámos o carro no Talasnal e fizemos o percurso correto pelo Casal Novo e até ao castelo da Lousã, voltando de novo ao Talasnal. Uma grande estafa. Percursos mesmo muito difíceis. Sempre a subir e a descer.

 

No final, ficámos com uma história para contar. É quando tudo corre mal, mas no final ficam as melhores recordações.

 

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Fui ao Puzzle Room, mas não consegui abrir a porta!

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Estas férias pensei em fazer coisas diferentes e tirei um dia para ir ao Puzzle Room. O Puzzle Room é um jogo tipo “escape room”, onde estamos fechados numa sala e temos 60 minutos para com algumas pistas, resolver os quebra-cabeças e charadas que nos permitem encontrar o caminho correto para a saída. Fizemos “O Assalto”, pois diz que é o melhor para a primeira vez.

 

As minhas espectativas eram altas, convidei o meu marido que se diz com uma inteligência fora de série, mas todo o meu grupo falhou redondamente no objetivo. Definitivamente não somos Sherlock Holmes, não conseguimos resolver todos os enigmas e não conseguimos sair da sala no tempo proposto. Mas divertimo-nos à brava.

 

Fiquei a saber que existem n aventuras parecidas que podemos participar. E só com muita prática conseguimos facilmente resolver todos os enigmas.

Para terminar em grande, fomos afogar a nossa frustração à loja dos magnum’s. Eu escolhi um a fazer pendant com o blog. Que maravilha.

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Estou aqui, mas é com varicela!

Previa-se uma semana inteirinha de férias e descanso e muita praia. Só praia e mar. E a água mais quente que alguma vez apanhei no mar do Algarve. E a miúda estava segura. Se se perdesse tinha a pulseira. Mas, há sempre um mas... As férias foram interrompidas porque a miúda decidiu apanhar varicela! Apanhar varicela nas férias! Nas férias! depois da casa estar paga! Obvio que é impossível manter uma miúda trancada numa casa de férias sem nada para fazer e ainda por cima com vista para o mar. Viemos para casa mais cedo! Pode ser que, entretanto, a miúda se perca entre a casa de banho e a sala e se for preciso ainda dou uso à pulseira!

 

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A pulseira Estou Aqui está disponível para crianças entre os dois e os nove anos de idade, no período de 1 de Junho até 30 se Setembro e traz um id que está associado à criança e aos contactos dos pais. No caso da criança se perder, a pessoa que a encontrar deverá ligar para o 112 e dar a referência que se encontra na pulseira.

 

Para aderir basta entrar no site Estou aqui e preencher o formulário a pedir a pulseira. Depois é só dirigir-se à esquadra para levantá-la. É grátis!

 

Para o ano fazemos uma nova tentativa

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