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Rosa Affair

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Perdi-me na Lousã

Fui fazer um percurso a pé à Serra da Lousã e era tão simples quanto o que está na imagem abaixo. Levámos tudo o que nos é permitido em termos de tecnologia. Até uma aplicação que em tempo real nos dizia onde estávamos no percurso. O que é certo é que nós estávamos tão convictos que estávamos no caminho certo, que até achámos que a aplicação e o gps, que nos estávam a alertar que estávamos fora da rota, não deveriam estar a funcionar bem. Não sei muito bem onde fomos buscar essas convicções, uma vez que supostamente deveríamos estar a subir até uma altura máxima de 574m e nós só estamos a descer. Deixámo-nos levar pelo som do rio, em vez de repararmos que tínhamos um total de subidas de 420m. E continuámos o nosso caminho até chegarmos à conclusão que já tínhamos andado o suficiente para chegar ao Talasnal, aldeia onde tínhamos marcado restaurante!

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Tivemos que voltar para trás, já não tínhamos tempo de chegar ao restaurante à hora marcada se tivéssemos que fazer o percurso novamente a pé desde o ponto onde nos enganámos. Passámos o rio de um lado ao outro por cima de pedras uma dezena de vezes num novo percurso. Divertidíssimo pensar quem seria o primeiro a cair no rio. Infelizmente nenhum de nós caiu e chegámos finalmente ao nosso ponto de partida, o castelo. Agarrámos no carro e fizemos 19km até ao Talasnal, que a pé se traduziam nuns meros 2 km se tivéssemos feito o percurso como deve de ser. Os homens apanharam uma bezana ao almoço. Na hora de pagar, não tínhamos dinheiro e só nesse momento reparei que tinha trocado de mala e a carteira com o dinheiro tinha ficado em casa! Não havia multibanco. Os homens, graças à bezana, lá conseguiram arranjar forma de explicar à dona do restaurante que não tínhamos dinheiro e ela deixou pagar por transferência bancária. Obrigada internet, obrigada por existires!

 

Depois, sem nos darmos por vencidos, deixámos o carro no Talasnal e fizemos o percurso correto pelo Casal Novo e até ao castelo da Lousã, voltando de novo ao Talasnal. Uma grande estafa. Percursos mesmo muito difíceis. Sempre a subir e a descer.

 

No final, ficámos com uma história para contar. É quando tudo corre mal, mas no final ficam as melhores recordações.

 

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Fui ao Puzzle Room, mas não consegui abrir a porta!

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Estas férias pensei em fazer coisas diferentes e tirei um dia para ir ao Puzzle Room. O Puzzle Room é um jogo tipo “escape room”, onde estamos fechados numa sala e temos 60 minutos para com algumas pistas, resolver os quebra-cabeças e charadas que nos permitem encontrar o caminho correto para a saída. Fizemos “O Assalto”, pois diz que é o melhor para a primeira vez.

 

As minhas espectativas eram altas, convidei o meu marido que se diz com uma inteligência fora de série, mas todo o meu grupo falhou redondamente no objetivo. Definitivamente não somos Sherlock Holmes, não conseguimos resolver todos os enigmas e não conseguimos sair da sala no tempo proposto. Mas divertimo-nos à brava.

 

Fiquei a saber que existem n aventuras parecidas que podemos participar. E só com muita prática conseguimos facilmente resolver todos os enigmas.

Para terminar em grande, fomos afogar a nossa frustração à loja dos magnum’s. Eu escolhi um a fazer pendant com o blog. Que maravilha.

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Estou aqui, mas é com varicela!

Previa-se uma semana inteirinha de férias e descanso e muita praia. Só praia e mar. E a água mais quente que alguma vez apanhei no mar do Algarve. E a miúda estava segura. Se se perdesse tinha a pulseira. Mas, há sempre um mas... As férias foram interrompidas porque a miúda decidiu apanhar varicela! Apanhar varicela nas férias! Nas férias! depois da casa estar paga! Obvio que é impossível manter uma miúda trancada numa casa de férias sem nada para fazer e ainda por cima com vista para o mar. Viemos para casa mais cedo! Pode ser que, entretanto, a miúda se perca entre a casa de banho e a sala e se for preciso ainda dou uso à pulseira!

 

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A pulseira Estou Aqui está disponível para crianças entre os dois e os nove anos de idade, no período de 1 de Junho até 30 se Setembro e traz um id que está associado à criança e aos contactos dos pais. No caso da criança se perder, a pessoa que a encontrar deverá ligar para o 112 e dar a referência que se encontra na pulseira.

 

Para aderir basta entrar no site Estou aqui e preencher o formulário a pedir a pulseira. Depois é só dirigir-se à esquadra para levantá-la. É grátis!

 

Para o ano fazemos uma nova tentativa

Isto é assim: os miúdos são mesmo chatos!

Uma pessoa vai de férias e não pode ir ao mar tomar a banhoca anual porque a cria decide que a água é muito fria e grita só de lhe tentarem molhar os pés. Depois de muito insistência da minha parte, isto é, após dois dias a tentar explicar-lhe que chapinhar na água do mar é giro, ela lá começa a gostar e a divertir-se imenso.

 

Nos dias seguintes vou para a praia e quero estar descansada na toalha e não consigo! Para mim, ir ao mar é só de vez em quando e não pode estar frio. Vai que a rapariga se lembra que eu lhe ensinei que afinal chapinhar é bom e não me deixa estar cinco minutos que sejam na toalha.

 

Moral da história: Não insistir com os miúdos nestas coisas. Se não fosse este ano, ia para o ano. Agora tenho que a aturar… Bem feita! #mãetotó

 

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Imagem daqui

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