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Rosa Affair

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Os Biberons MAM

Muitas pessoas ficam surpreendidas por eu usar os biberons da marca MAM. Até no hospital as enfermeiras me perguntavam que  biberons eram aqueles.

 

A minha filha mais velha desde que começou o leite formula, sempre usou os biberons da Medela e os da Chicco. Mas, a mais pequena já não foi bem assim. Os da Medela engasgava-se tanto que tive que parar, os da Chicco ela engolia muito ar, pois estava sempre a tirar a boca da tetina e depois eram cólicas insuportáveis.

 

Experimentei os da MAM, que são anticólicas e foram os que resultaram com ela. O biberão é estranho, todo ele é desmontável (em cima e em baixo) e tem uma borracha no fundo, daí a estranheza de algumas pessoas que me perguntaram para que servia tudo isso.

Biberons_MAM.jpg

 Aqui ficam as características dos biberons da MAM:

 

- A tetina SkinSoft é em silicone e confere uma sensação familiar, a da pele.

- É anticólicas e anti-regurgitação graças à base ventilada.

- Aberturas amplas para fácil preparação e limpeza.

- Função auto esterilizadora. Muito prático porque podemos esterilizar o biberon fora de casa muito facilmente.

- Biberons de 160, 260, e 330 ml. Os que me ofereceram na aulas de PPP eram de 130 ml.

- Tetinas que acompanham o crescimento da criança e adaptáveis a todos os biberons.

 

A única desvantagem que eu vejo é o facto de não ter a medida de 30 ml, começa nos 60 ml uma vez que a base é desmontável.

 

O video em baixo demonstra todas as funcionalidades.

 < Carregar nas setas para ver as características >

 

 

E ela é tal e qual a irmã

Originalmente criei este blog para desabafar. Foram horas e horas de uma bebé a chorar e quando eu desabafava com alguém todos davam a entender que eu estava a exagerar. A frase mais ouvida era "pois são todos iguais, todos choram". E eu rendi-me a ela. Sim é verdade, todos choram, a minha também. Mas a minha filha chorava e muito.

 

Nunca a minha filha mais velha, enquanto bebé, estava satisfeita acordada. A rotina era ver se tinha fome, cólicas, fralda suja, frio, calor, sono ou febre e mesmo estando tudo bem, ela chorava.

Com o tempo fui deixando de falar destas coisas, já sabia como ela era e não estava para tentar explicar uma coisa que a maior parte das pessoas não entendia. Sair com ela era tudo menos fácil. E sempre que saia o que mais ouvia era, "mas o que é que ela tem?", ao qual a maior parte das vezes eu respondia - não tem nada!

Com o tempo tudo passou, agora está uma criança crescida e feliz.

 

Depois veio a segunda. E todos me diziam: "a segunda é sempre mais calminha". Nunca esperei o melhor.

E tinha razão. Como é que uma segunda filha poderia ser tão diferente? Foi feita pelo mesmo pai e mesma mãe? Tal como eu suspeitava é tal e qual a irmã.

 

Já me perguntaram se agora com três meses já está mais calminha e eu digo sempre SIM, está. #sóquenão, não está. Chora inconsolavelmente e não tem nada! Dormir no ovo? Dormir no automóvel? Não é com ela. Dormir ao colo? Sim, mas tenho de lutar com ela, pois ela luta contra o sono. Tenho que a apertar e colocar-lhe a chucha de forma a que ela não se mexa. Cheguei ao ponto que estou a começar a perder a força e só o pai consegue acalmá-la. A técnica do pano já não consegue adormece-la.

 

Não fiquem muito entusiasmados em tentar dar-lhe colo, fazer caretas, ou tentar acalmá-la de outras formas. Ela é tal e qual a irmã.

 

Recomendo o artigo "Socorro, o meu bebé não para de chorar!" da Revista Pais e Filhos.

 

A vida de mãe #1 - pequeno almoço

As últimas 14 semanas têm sido muito divertidas na hora das minhas refeições #sóquenão.

 

Pequeno-almoço:

 

Sou a primeira a acordar e começo por dirigir-me à cozinha para ir tratar do pequeno-almoço. Preparo o meu iogurte primeiro. Com o iogurte na mão, vou abrir o estore à minha filha mais velha, pois já estamos atrasadas para a escola! É o que faz estar de licença de maternidade e não haver horários.

 

Começo a comer o meu iogurte e a minha filha mais nova começa a ouvir barulho e acorda. Ainda não enfiei duas colheres no bucho e já a mais nova ligou o motor de arranque, vulgo começa a resmungar. Passo no quarto da mais velha trinta vezes para lhe dizer que tem que se levantar e ir à casa de banho. Ainda a mais velha não fez o que eu disse e já a mais nova está num pranto, numa birra que dá dó! E ela sabe que eu não consigo ouvi-la chorar – ninguém consegue ouvir um bebé chorar assim e não fazer nada – lá vou eu! Largo o iogurte e vou dar-lhe o biberão. Vinte minutos já lá vão e ela só bebeu metade. Quer arrotar e enquanto isso não acontecer não bebe mais nada. Enquanto espero que arrote, ao colo, posição vertical, arranco a outra da cama. Entretanto com a mais nova ao colo, por vezes no sling, outras não, arranjo o pequeno almoço à mais velha e faço-a sentar-se na mesa da cozinha a comer. Ligo a televisão para ela ver os desenhos animados. Oiço um arroto monumental. Vou acabar de dar leite à outra.

iogurte1.jpg

Terminei de alimentar a mais nova – às vezes – porque ela só bebe leite às mijinhas, agarro-a ao colo, posição vertical para arrotar outra vez e vou à cozinha e a mais velha ainda não tocou no leite! Começo a fazer chantagem – não bebes o leite desligo a televisão – e ponho os desenhos animados na pausa até ela perceber que não estou a brincar. Enquanto isso a mais nova arrotou e vou colocá-la no parque, com uma almofada de altura para ela não bolsar o leite todo. Entretanto despachei a mais velha e já estou quinze minutos mais atrasada. A mais nova começa a chorar – E ela sabe que eu não consigo ouvi-la chorar – levanto-a em posição vertical, quer arrotar mais. Arrota, bolsa sessenta de leite (escrevo por extenso para vocês perceberem a quantidade de leite que cai em cima de mim todos os dias, cada vez que a alimento). Deito-a novamente. Vou levar a mais velha à escola. Chegámos atrasadas 20 minutos. Qualquer dia é expulsa da escola. Só não é porque a mensalidade que pago dá para pagar metade do ordenado à auxiliar. Demoro no máximo sete minutos. Volto e a mais nova já está outra vez num pranto. Os sessenta de leite que bolsou deixou-a insatisfeita e tenho que ir fazer mais. É nesta altura, em que vou preparar o leite, que percebo que o meu iogurte ainda está em cima da bancada. Preparo o leite e dou-lhe, acalmo-a e tento colocá-la a fazer a sesta da manhã. E já lá vão mais 25 minutos.

 

São 11 horas e ainda não tomei o pequeno almoço.

 

Continua num próximo post, ela já acordou...

 

Imagem daqui

Involuntariamente comecei a aconchegar a minha bebé

reflexo_moro.jpgA minha bebé gosta de colo. Gosta de adormecer ao colo, gosta de estar ao colo e gosta de colo em geral. E desde recém-nascida que sempre que a pousava na cama ou onde fosse, após adormecer, ela tinha sempre a mesma reação: abria os braços para o lado com as mãos abertas, voltava a juntá-los, fechava as mãos e ACORDAVA! Isto é chamado o Reflexo de Moro e é um dos reflexos que os pediatras verificam antes de sairmos da maternidade.

 

Bom, o que é certo é que assim não estava a resultar. Não conseguia colocá-la a dormir na cama. Foi então que comecei a embrulhá-la num paninho antes de a deitar. Tinha uma mantinha fresca que era da minha primeira filha e comecei a embrulhá-la nela tipo casulo. Eu já conhecia a técnica do swaddle (aconchegar), mas nunca a tinha posto em prática e o que comecei a fazer foi mais por instinto. Resultou. Agora com quase três meses ainda a embrulho no pano. Não devido ao reflexo pois esse já quase não existe, mas porque noto que quando ela acorda, sente-se mais aconchegada e consegue voltar a adormecer, não acordando com tanta facilidade.

 

Inicialmente fiz o casulo com uma mantinha fresca, mas com o passar do tempo, ela cresceu e o tempo começou a ficar mais quente e tive necessidade de adquirir uma maior e ainda mais fresca. Na realidade tive sorte pois ofereceram-me uma bububox que trazia uma mantinha enorme feita de um paninho fresco, tipo das fraldas, 100 % algodão. E enquanto escrevo isto, ela lá está, deitadinha no seu casulo.

IMG_20170724_112906.jpg

A técnica do swaddle não é muito difícil de aplicar, ajuda a acalmar os bebés, transmite a sensação de aconchego da barriga da mãe e ajuda no alívio das cólicas. Aqui fica uma imagem e o vídeo explicativo:

tecnica_envolver_bebe.jpg

Imagem daqui

 

 

Imagem Reflexo de Moro daqui

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